quarta-feira, fevereiro 10, 2010

Com esta palha não se...

Com esta palha não se faz este palheiro

domingo, dezembro 13, 2009

ZTE MF626 de Yoigo en Ubuntu 9.10

O problema con ese moden e que é recoñecido como cd e non como moden polo que temos que cambiar isto. Para iso necesitamos instalar USB_ModeSwitch pódese descargar desta web –>http://www.draisberghof.de/usb_modeswitch/
tendo así a última versión ou ben podemos instalalo a través de synaptic xa que xa foi incluído nos repositorios.
  1. Temos que ter instalado libusb, xa esta instalado en Ubuntu Karmic Koala.
  2. Descomprimimos o arquivo, abrimos o terminal imos ao cartafol onde descomprimimos e executamos "sudo make install..." e o nome do arquivo descomprimido. Pediranos o contrasinal de administrador e instalarase automaticamente.
  3. Unha vez instalado executamos o arquivo de configuración do ModeSwitch executando a seguinte instrucción “gedit /etc/usb_modeswitch.conf”.
  4. Unha vez aberto procuramos os seguintes datos no arquivo e quitamoslle os puntos e coma “;“:

    ########################################################
    # ZTE MF628+ (tested version from Telia / Sweden)
    # ZTE MF626
    # ZTE MF636 (aka "Telstra / BigPond 7.2 Mobile Card")
    #
    # Contributor: Joakim Wennergren

    ;DefaultVendor= 0×19d2
    ;DefaultProduct= 0×2000

    ;TargetVendor= 0×19d2
    ;TargetProduct= 0×0031

    # only for reference
    # MessageEndpoint=0×01

;MessageContent=”55534243123456782000000080000c85010101180101010101000000000000″


5. Gardamos os cambios e saímos.
6. Executamos lsusb para comprobar que hai un dispositivo con seguinte ID 19d2:2000.
7. Executamos no terminal “ sudo /usr/sbin/usb_modeswitch -W -c /etc/usb_modeswitch.conf”.
  • Este comando cambia o modo cd co que se identifica o modem para permitirnos instalar os drivers en windows e mac ao modo modem e lector de tarxetas permitindo que o linux o poda recoñecer como moden. Agora e detectado polo networkmanager.
8. O mellor é desactivar o código pin da tarxeta aínda que é posíbel configuralo co networkmanager (eu non o probei).
9. Agora usamos o networkmanager para configuralo temos a configuración por defecto de yoigo xa preconfigurada no programa. O número é *99#, deixamos usuario e contrasinal en branco.
10. Entramos en configurar métodos e desactivamos todos agás PAP.
11. Agora xa nos aparecerá en conexións o noso acceso a internet móbil. Premendo nel xa se nos conecta (a min e primeira vez colgoume o sistema, si señores, o primeiro colgue de linux, despois funcionou perfectamente).

Cada vez que o queiramos utilizar necesitaramos executar no terminal "sudo /usr/sbin/usb_modeswitch -W -c /etc/usb_modeswitch.conf". O máis sinxelo é crear un arquivo que execute esa orde no terminal. Para elo:
  1. Creamos un arquivo no menu do botón dereito e chamamolo *.sh, no meu caso "modem yoigo.sh"
  2. Editamolo co gedit e poñemos unha soa liña con "sudo /usr/sbin/usb_modeswitch -W -c /etc/usb_modeswitch.conf".
  3. Poñemos un acceso directo nos menus a este arquivo e cando premamos nel e nos pregunte o sistema escollemos "executar nun terminal".
As fontes desta mensaxe:
  1. http://www.guiskas.com/2009/08/08/zte-mf626-y-ubuntu-9-04/#more-886
  2. http://www.ubuntu.org.uy/main/?q=node/986

Instalar Ubuntu 9.10 UNR num Asus Eee PC 901

O Asus Eee Pc 901 é um netbook que vem de serie com uma modificação de Asus duma distribuição de Linux chamada Xandros. Esta é uma distribuição muito singela mas em principio esta computadora esta pensada para realizar tarefas singelas, porem certos problemas coas actualizações e o mal funcionamento do gestor de bluetooth fazem recomendável a instalação de Ubuntu Karmic koala. Todo o hardware esta suportado pelo Ubuntu agas as teclas persoais em linha com o botão de acendido processo é o que segue:

  1. descarregar desde a distribuição e fazer um USB de arranque com Karmic Koala. Para face-lo utilizaremos o creador de discos de arranque USB (USB Startup Disk Creator), para que funcione previamente temos que formatar o USB com o GParted em formato FAT32. As instruções tanto para ubuntu como para outros sistemas podem-se achar na pagina de ubuntu.
  2. Para arrancar desde o USB premer escape ao arrancar o computador, e seleccionar o arranque desde o USB.
  3. Seguimos o processo de arranque ata chegar o momento seleccionar as particiones o Asus Eee PC. O Asus tem duas unidades solidas uma de 4GB algo mais rápida e uma de 16GB algo mais lenta. Seleccionamos a partição manual e colocamos o root (/),sistema operativo, na pequena (assim conseguiremos que funcione algo mais rápido) e (/home) na mais grande. Recibiremos um aviso indicando-nos que não creiamos a partição swap mas nos discos SSD recomenda-se não usa-la para não acortar a sua vida.
  4. Arrancasse o computador normalmente e todo deveria estar a funcionar, se a câmara, wifi ou o bluetooth não funciona-se há que activa-los na BIOS.
Programas e complementos a instalar para sacar-lhe o máximo partido ao nosso Eee PC :

Primeiro conectamonos a rede wifi e, aqui há um passo a ter em conta, ao conectarnos a wifi activara-se o anel de chaves principal (default) e pedira-nos uma senha para cifrar as nossas chaves. Se inserimos uma senha, cada vez que arranque o computador pedir-nos-á o contrasinal para poder conectar a rede. Se queremos podemos não introduzir rem, deijando-o em branco as nossas chaves ficam acessíveis para qualquer que tenha aceso os nossos arquivos mais não nos pedirá uma senha sempre que o computador arranque para conectar a nossa wifi. Posteriormente pode-se trocar indo a "acessórios>contrasinais e chaves de cifrado" seleccionamos o anel default e prememos em trocar contrasinal.


  • Engadimos os paquetes restantes para traducir ao galego.
  • Actualizamos o sistema.


  • Instalamos o paquete ubuntu-restricted-extras para poder usar arquivos com formato proprietário de uso comum en windows avi, wmv, rar.... podemo-lo fazer no gestor de paquetes synaptic ou no terminal sudo apt-get install ubuntu-restricted-extras:


  • Como o Assus está especialmente destinado a usar em mobilidade ou viagem é muito interessante engadir-lhe a possibilidade de se conectar a internet mediante uma ligação bluetooth com o telemóvel. Para isso precisamos instalar mediante synaptic o paquete blueman já que o gestor bluetooth que vem com o ubuntu não gestiona as conexões de modem. Também se pode instalar utilizando sudo apt-get install blueman. Uma vez instalado estabelecemos a ligação ao telemóvel seguindo as instruções que nos proporciona o gestor. Uma vez ligado ao telemóvel temos que configurar a conexão a internet ubuntu UNR traz quase todas as conexões mobiles espanholas preconfiguradas nas "conexións de rede". Prememos engadir "banda larga móbil"


Seguimos as instruções do "configurador de nova conexión" banda larga móbil.




  • Instalamos alguns complementos (add-ons) para o firefox, alguns deles são especialmente necessários numa versão UNR, e os dicionários que queiramos usar :

    QuickPageZoom

Adblock Plus

Video DownloadHelper

Xmarks Bookmark and Password Sync

DownThemAll!

Dictionary Switcher


  • Abrimos o writer e seleccionamos a opção "Ferramentas-idiomas-máis diccionarios en liña" para descarregar os dicionários das línguas que imos a utilizar.


Logo vamos a "Ferramentas-Xestor de extensións" e dentro do gestor prememos o botão engadir e seleccionamos os arquivos que descarregamos.

Nas últimas versãos de ubuntu há um problema a hora de escrever em português com um teclado espanhol que é que não é possível escrever o til de nasalidade é possível soluciona-lo seguindo as indicações desta mensagem Como escrever o til de nasalidade em Ubuntu 8.10, 9.04, 9.10 com um teclado espanhol

    terça-feira, junho 23, 2009

    Como escrever o til de nasalidade em Ubuntu 8.10, 9.04, 9.10 com um teclado espanhol

    Ao tratar de escrever o til de nasalidade, ou til nasal (~), em ubuntu 8.10 (Intrepided Ibex) ou em ubuntu 9.04 (versão netbook) (acontece o mesmo com o ubuntu 9.10 Karmic koala na versão escritorio (desktop) e na versão NRU a solução e esta mesma), com um teclado espanhol imediatamente aparece o símbolo ~, fazendo impossível escrever ã e ẽ de jeito nenhum. Na versão 7.10 era possível escreve-lo do mesmo jeito que em windows combinando as teclas Altgr+4+a= ã; agora ao usar esta combinação obtemos ~a.

    Isto acontece polo configuração do teclado que o identifica como asciitilde, no canto de dead_tilde como na versão anterior. O qual é um grave problema para os usuários de ubuntu com um teclado espanhol que precisam de escrever em português. A solução é a seguinte:

    Abrir um terminal e escrever:

    1. cd /usr/share/X11/xkb/symbols

      Olho o X têm que estar em maiusculas.

    2. sudo gedit es


    Abre-se o editor de texto com os permissos do administrador, isto é necessário para poder guardar os câmbios. Nele procure a linha na que põe:

    key { [ 4, dollar, asciitilde, dollar ] };


    Simplesmente têm que alterar asciitilde para dead_tilde, deixando da seguinte forma:

    key { [ 4, dollar, dead_tilde, dollar ] };

    Guarde as modificações e logo reinicie o computador (o troco não funcionará até ter reiniciado) .

    Já poderá escrever sem problema nenhum ã ẽ õ.

    De precisar escrever ~ simplesmente prema Altgr+4+espazo.

    sábado, março 21, 2009

    A quem não quere filhos...

    A quem não quere filhos o demo da-lhe sobrinhos

    sexta-feira, outubro 24, 2008

    Galego-portugués

    "Galego-portugués" é o título dun artigo publicado por Francisco Rodríguez en Xornal.com sobre a Academia Galega da Lingua Portuguesa, ao lelo xurdiume unha reflexión. Nunha parte do artigo di:


    • Certamente a solución non está en denominar o galego “portugués de Galiza”.


    Dinos, sen máis explicacións, que a solución non está en denominar ao galego “portugués da Galiza”. Sexa, pero xurdeme unha pregunta Podería axudar a reintegración da nosa lingua denominar ao Galego Portugués da Galiza?(Xa sei que crearía problemas e rexeitamentos na Galiza pero porque non imor poder vencelos).


    • -Continua-"Está en dar pasos claros, prácticos, para reintegrar o noso idioma no seu espazo natural, o galego-portugués. Un destes pasos, tímido, foi a “Normativa de Concordia”. Malia a súa legalidade, enfróntase a moi serias resistencias na súa aplicación xeneralizada nas administracións e institucións oficiais. É ignorada a mantenta ou usada na súas opcións non preferentes.”

    Aquí xurdeme unha pregunta e unha reflexión:

    A pregunta: Non é un paso claro e práctico xa que elimina a confunsión de dous nomes para a mesma lingua (o que facilita falar de dúas linguas como no caso do valenciano e o catalán) denominar as falas galegas portugués da Galiza?

    A reflexión: se un destes pasos propostos por el é a “Normativa de Concordia” e segundo o propio Francisco Rodríguez afirma no artigo está a fracasar, é ignorada é manténse un uso maioritario das opcións españolistas, (un chisco contradictorio este tipo de pasos son a solución máis cita un exemplo que está a fracasar). Porque non probar que acontece se no canto de procurar tímidos pasos procuramos dar pasos afoutos ou combinamos ambos os dous tipos de pasos e damos unha boa alancada.

    • -[...]-É conveniente a maior aproximación da normativa oficial á do portugués. Esta aproximación esixe compromisos, conivencias e recoñecemento por parte dos países lusófonos, a comezar por Portugal. Tanto como de información e comprensión por parte da sociedade galega. Os obxectivos estratéxicos deben ser claros; as tácticas deben calibrarse, con debates serenos e propostas eficaces para avanzar...


    1.- Esta aproximación esixe compromisos, conivencias e recoñecemento por parte dos países lusófonos, a comezar por Portugal.

    Creo eu que un bo xeito de gañar conivencias e recoñecemento por parte dos países lusófonos, a comezar por Portugal, é comezar a decir claramente que falamos a mesma lingua que é coñecida en todo o mundo agás no noso terruño como Portugués (por inxusto ou carente de argumentos cientificos que sexa o nome isto é un feito).

    É moito máis claro para calquer lusófono, e xera mellor predisposición, dicir: falo portugués da Galiza. Que dicir: Falo galego que é a lingua irmá/nai do portugués/a mesma lingua só que non é exactamente portugués porque tivo unha evolución histórica diferente e queremos reintegrala aos poucos no portugués. (Muito bem, mientras la reintegrais hablamos en español :-) [desculpade o chiste].

    2.-Tanto como de información e comprensión por parte da sociedade galega. Concordo pero, opino eu, que as principais resistencias a aplicar a “Normativa de Concordia” (e por extensión a reintegración) non son produto da falta de información e comprensión da sociedade galega senón da firme oposición a reintegración dunha importante parte da sociedade galega, que ao igual que tratan de facer co valenciano, reducen a importancia e a usabilidade do galego separandoo do portugués e pola vía do galego sinxelo, que consiste en vale todo pero escollemos sempre a solución que se aproxime máis ao español, como:

    • Conca-bacía
    • Encontrar-atopar, achar.
    • Cerrar-pechar.
    • Regalo-agasallo
    • Ventá-fiestra, xanela
    • Recordar-lembrar
    • Non obstante (é maioritariamente sen embargo, que xa non está admitido)- porén
    • Anque (pero que mal soa por deus)-aínda
    • Ordenador-computador.
    • Buscar-procurar
    • Xirar-virar
    • Mirar-ollar
    • Lúns-segunda-feira
    etc, etc (se se vos ocorren máis exemplos deste tipo por favor deixadeos nun comentario, fago coleción)

    E falamos mal galego inzandoo de castelanismos e perifrasís casteláns logo os galego-falantes escomenzan a usalas porque son as que usa todo o mundo cando fala galego (eu xa vin paleo galegos a falar colocando antes os pronomes, que é máis culto como fan os nosos políticos e a TVG) así pouco a pouco o galego vaise convertendo en castrapo e co tempo nalgo semellante ao que fica do asturiano que desapareceu por integración no español. E sen ser tan tremendistas pouco se vai asemellar ao portugués porque as palabras compartidas foron e son substituidas lenta e firmemente polas que se asemellan ao español e as outras xa non están/estarán en uso e non as coñece/coñecerá ninguén que non use o diccionario e os que as coñecen non as usan porque os seus concidadáns non as entenden ou os ollan raro.

    Unhas reflexións finais sobre estratéxias:

    1.- Hai un conflito linguístico e unha das armas do sector españolista é aproximar o galego ao español e eliminar do uso corrente os modos, verbas e formas máis diferenciadas do español.

    2.-Ese sector impuxo unha norma e unha separación real do galego do portugués, alén da norma procurou a separación léxica e fonética. E conseguiuno!

    3.-Os máis opostos a recoñecer as falas galegas como unha forma de portugués maioritariamente simpatizan con Galicia Bilingue.

    4.-Todo intento de reintegración por pequeno e moderado que sexa contará cunha firme oposición deste sector.

    5.-Non haberá recoñecemento nin conivencia dos paises lusofonos mentres nos mesmos non nos recoñezamos como plenos lusófonos, como van recoñecer o que nos negamos na práctica. (A raíz da Academia Galega da Lingua Portuguesa xa se acusou aos apoiantes lusofonos de colonialismo portugués.)


    6.-O principal atranco para denominar Portugués da Galiza ao galego son os nosos prexuizos (Bótansenos enriba e menudo puteo que só ser portugués e peor que ser galego). Se portugal fora a Franza outro galo cantaría e máis dun españolfalante falaría galego con sotaque parisino (lisboeta).

    7.- Non pensemos nos pequenos pasiños pensemos nas grandes alancadas. Seguro que o esforzo para dar todos os pequenos pasiños necesarios e maior que o que precisamos para dar grandes alancadas. Total vannos criticar e atacar igual e xa estamos a perder (De perdidos al río que se di en español).


    quarta-feira, setembro 24, 2008

    Antes moro que gallego

    Antes moro que gallego.

    Refrán popular castelán que amosa o moi españois que se considera aos galegos.


    Francisco Quevedo engadiu nunha das súas obras unha versión da capital do estado: "Antes puto que gallego".


    domingo, agosto 31, 2008

    Galeuscat vista en España.

    Na súa diferencia, Catalunya e Euskadi inspiraron temor e desconfianza na España de fala castelá, Galicia, por sin-razóns históricas nunca ben explicadas, somentes servíu como obxecto de Bulra, e os galegos ocupamos o mesmo nivel de desprecio que os moures e os xudeus.

    Xosé Chao Rego.

    terça-feira, abril 01, 2008

    1 de Abril día das brincadeiras.

    O 1 de abril é o día propio da Galiza para gastar brincadeiras como amosa o seguinte refrán:

    O 1 de abril van os burros a onde os mandan ir.

    domingo, janeiro 06, 2008

    De aquellos que se dicen gallegos

    De aquellos que se dicen gallegos, catalanes, vascos, extremeños, castellanos, etc. antes que españoles desconfiad siempre. Suelen ser españoles incompletos, insuficientes, de quien nada bueno puede esperarse.

    Antonio Machado.

    Animas benditiñas.

    Un home vai cazar lebres e antes de sair exclama:
    -Animas benditas se me axudades a cazar dúas lebres unha é para vos.
    O home caza a primeira lebre e cando está a piques de dispararlle a segunda esta sae correndo e agochase nas matogueiras. O home di:
    -Aii!! Animas benditiñas como corre a vosa lebre!

    quinta-feira, dezembro 13, 2007

    É como quen bate en ferro frio

    É como quen bate en ferro frío.
    (referido a facer cambiar de opinión ou razoar a unha persoa).